Drones, os melhores amigos dos vendedores imobiliários.

 In vídeo imobiliário

Há cerca de um ano atrás, Scott Gerami, um experiente consultor imobiliário de Naperville, numa tranquila cidade dormitório nos arredores de Chicago com apenas 100.000 habitantes, estava a navegar na internet quando viu algo que o deixou de boca aberta. Um vídeo no Youtube que mostrava um drone (veículo aéreo não-tripulado) que gravava imagens através de uma câmara. Gerami não parou de pensar na ideia e decidiu construir o seu próprio drone.

“É uma ideia espetacular, atrativa e pouco habitual de mostrar uma casa. Oferece aos potenciais compradores uma perspetiva diferente da habitação e da zona envolvente”, disse Scott Gerami, de 52 anos, que é há quase 30 anos consultor imobiliário na multinacional Remax.

Gerami comprou peças e “fechou-se” na garagem a construir o seu próprio drone. Após várias tentativas, entrou em contacto com a empresa Mad Lab Industries, dedicada à criação de quadricópteros – helicópteros de quatro hélices manuseados por controlo remoto. Eles fabricaram as peças e Gerami montou-as, tendo acrescentado uma pequena câmara go pro de alta definição e um gps.

Estava construído o primeiro “drone imobiliário”. Mas a primeira experiência foi um desastre. “Ficou desorientado e foi perdido para norte. Pus-me no carro e fui segui-lo, mas perdi o rasto dele”, recorda Gerami, que gastou cerca de mil dólares (732 euros) com o equipamento.

Também perdeu o segundo protótipo, mas aprendeu a lição. Agora tem dois drones a funcionar, e depois de investir mais de 4.000 dólares (2.930 euros) acredita que é o “primeiro vendedor imobiliário do mundo a usar esta tecnologia para vender casas”.

A tecnologia das aeronaves não tripuladas tornou-se famosa, de forma lamentável, na guerra contra o Afeganistão, onde os EUA as usavam para bombardear locais onde se encontravam talibãs sem pôr em risco a vida dos soldados. Agora, os drones foram “domesticados” e passaram a ter uma missão muito menos sangrenta, transformando-se nos melhores amigos dos consultores imobiliários.

Em meados do ano passado, Scott Gerami começou a ampliar as imagens aéreas recolhidas pelos seus drones para vender casas e a iniciativa foi um êxito. Desde então, várias empresas dedicadas ao imobiliário de luxo começaram a usar os equipamentos para oferecer aos clientes algo nunca antes visto no setor.

“Não vendemos casas de 150.000 dólares (110.000 euros) com esta tecnologia”, disse ao The New York Times o diretor de marketing web da Halstead Property, Mathew Leone. “As casas de vários milhões de dólares necessitam de propostas de marketing exclusivas, não podem ser comuns/normais”, referiu.

De referir, no entanto, que a utilização desta tecnologia de luxo está muito controlada pelas autoridades. Atualmente, a lei norte-americana impede o uso de drones a nível comercial, cobrando pelo serviço. Por isso mesmo, estes vídeos são uma “oferta” das imobiliárias aos clientes preferidos. Os drones não podem voar a mais de 120 metros de altura nem perto de aeroportos.

Os drones em Portugal

O uso de drones para captação de imagens e vídeos para o ramo imobiliário ainda está a a dar os primeiros passos. A imóvideo é uma das pioneiras em serviços de comunicação em formato vídeo para o ramo imobiliário que utiliza – os drones – para captação de imagens e vídeo. Aliado ao now how acumulado na criação de comunicação, promocional, e antevisão de inúmeros projectos por todo o mundo através da Puraimagem, a imovideo.pt assume-se como o parceiro ideal para a sua imobiliária. Contacte-nos.

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